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| Fase Regional do Mapa Cultural reúne amantes da arte em Orlândia | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Escola Marilda Alves de Andrade ficou com a segunda suplência na modalidade Dança
A fase regional do Mapa Cultural Paulista, que acontece em Orlândia, de 16 a 27 de setembro, no Teatro Municipal “Professora Maria José Bertrami Bordin”, na Praça dos Imigrantes, já tem seu vencedor na modalidade Dança: grupo “No Break”, de Monte Alto. A ONG Finac, de Ribeirão Preto ficou com a primeira suplência e a Escola de Dança Marilda Alves de Andrade, de Orlândia, é o segundo suplente. Participaram da modalidade Dança, nesses dois primeiros dias da fase regional do Mapa Cultural, em Orlândia, além dos três classificados, bailarinos de Colina, Jaboticabal, Santa Rosa de Viterbo e Sertãozinho. As coreografias foram julgadas com uma equipe de jurados da mais alta estirpe. Formam o corpo de jurados: Kelson Barros, que cursa Dança na Universidade Anhembi Morumbi, é curador de dança e produtor do Mapa Cultural Paulista, Projeto Ademar Guerra e Revelando São Paulo, integrante do Corpo de Baile Jovem do Teatro Municipal de São Paulo, ensaiador do Balé Folclórico de São Paulo, coreógrafo do Grupo Juruá – Projeto de Ação Cultural da Abaçaí Cultura e Arte, já participou como bailarino do Programa Criança Esperança e Show da Virada da TV Globo e participa da Comissão de Frente da Escola de Samba X-9 Paulistana; o segundo jurado é Marcio Alves, pesquisador, professor, coreógrafo e dançarino na área das Danças Urbanas, ministra cursos e workshops pelo Brasil, dirige e coreógrafa o Grupo “Freestyle Force” e integra o Grupo “Chemical Funk”- ambos grupos profissionais que produzem espetáculos educativos elevando o nível das danças urbanas no nosso país, neste ano participou em um dos maiores eventos do gênero mundial, o “Just Debout” , em Paris; o corpo de jurados se completa a africana Mariama Câmara, bailarina do Balé Africano de Guiné Canacri, bailarina da Amazon de Guiné e professora de dança africana de Guiné. O coordenador regional desta fase regional é Julinho Sertão. Ele é cartunista, roteirista, animador e chargista. Desenvolve trabalhos com o grande cartunista Ziraldo, participa de projetos internacionais humanitários, inclusive pela ONU. Além das apresentações dos grupos que concorreram pela fase regional do Mapa Cultural, também se apresentou o Grupo de Dança de Rua de Orlândia, “Street of Time”, formado por José Otávio (Saci), Ricardo, Edmarque, Claudiney e Marciel. A partir do dia 18, se apresentam os concorrentes da modalidade Teatro das cidades de Barretos, Cajuru, Colina, Cravinhos, Franca, Monte Alto, Patrocínio Paulista, Pitangueiras, Ribeirão Preto, Serra Azul, São Simão e Sertãozinho. Confira abaixo agenda das apresentações.
O Mapa Cultural foi criado em 1995 e cria uma grande vitrine cultural com o propósito de identificar, ressaltar e divulgar a produção cultural do interior paulista. É aberto a todos os municípios do Estado de São Paulo, representados por grupos e obras artísticas nas modalidades: Teatro, Dança, Canto Coral, Musica instrumental, Vídeo, Literatura e Artes Visuais. O projeto visa promover o intercâmbio regional e o mapeamento dos produtores culturais e suas atividades, divulgando o talento desses artistas, proporcionando o apoio e a visibilidade necessários, tanto pelo empenho quanto pela qualidade dos trabalhos apresentados em sua linguagem artística ou modalidade. Os municípios selecionam os participantes de cada modalidade conforme o regulamento específico, bem como a distribuição dos trabalhos por categoria nas 13 regiões administrativas do Estado. O processo ocorre em três fases: municipal, regional e estadual. A iniciativa do Governo de São Paulo, que conta com o incentivo e a parceria das Prefeituras Municipais, tem sido uma poderosa ferramenta para o desenvolvimento cultural no Estado de São Paulo. O melhor exemplo disto é o resultado do Mapa Cultural Paulista nestes últimos seis anos, haja vista o sempre crescente envolvimento das cidades, de seus artistas e da comunidade em geral, transformando-o em um projeto de sucesso, imprescindível ao meio cultural do Estado. Este projeto é uma realização do Governo de São Paulo e a responsabilidade de sua produção é da Abaçai Cultura e Arte.
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